COVID-19: Como higienizar suas joias na pandemia



Diamantes Labgrown

Antes de qualquer coisa, é preciso esclarecer diamantes feitos em laboratórios são, de fato, diamantes. A única diferença significante entre um diamante natural e um feito em laboratório é a sua origem: enquanto um se formou ao longo de milhões de anos pela natureza, o outro cresce num laboratório durante de algumas semanas. Ou seja, eles apresentam as mesmas propriedades físicas e ópticas, a mesma composição química e a mesma estrutura de cristalização.

Para entender melhor o que é e o que muda na hora de comprar, este texto do nosso blog pode ser bastante esclarecedor.

Neste outro texto, apresentamos objetivamente alguns dos motivos que fazem os diamantes labgrown uma aposta interessante para o consumidor e uma solução necessária para a indústria.

Complementarmente, aqui está também uma matéria completa da revista Marie Claire sobre os diamantes sintéticos e nosso trabalho na Amanda De Nardi.

O que você precisa saber na hora de comprar um diamante

Para orientar sua compra de uma joia com diamantes (naturais ou labgrown), reunimos as principais informações para que você possa imprimir e consultar a qualquer momento.

A regra pra entender a relação entre quilates x pontos de uma gema é: 100 pontos = 1 quilate (ct). Mas como nem sempre este é um raciocínio intuitivo, tampouco fica claro que tamanho tem uma pedra com x quilates ou y pontos, preparamos uma tabela comparativa para consulta na hora de escolher o seu brilhante:

BRILHANTES: TAMANHO x QUILATES x PONTOS

 

Já a tabela abaixo apresenta a classificação de diamantes proposta pelo Gemological Institute of America (GIA) - métrica mais usada mundialmente -, baseada nos famosos 4 C's: Color (cor), Clarity (claridade), Cara (quilatagem ou peso) e Cut (lapidação).

CLASSIFICAÇÃO DE DIAMANTES: 4C's DO GIA